Especialidades

A Clínica realiza atendimentos nas áreas de ginecologia clínica e cirúrgica, vídeo-laparoscopia, cirurgia do assoalho pélvico, histeroscopia, mastologia, obstetrícia e medicina fetal.

Histerectomia Vaginal

A histerectomia (retirada do útero) é, depois da cesárea, a cirurgia mais frequente em mulheres. Seu médico deverá discutir a indicação desta cirurgia com você. Há hoje diversas formas de evitá-la e, estas têm suas indicações precisas. Assim poderá ser o caso de fazerem-se miomectomias por via histeroscópica, tratamentos com o dispositivo intrauterino medicado, ablação de endométrio com instrumentos específicos e até o uso de medicamentos. A preservação do útero tem a sua importância para cada paciente e poderá ser fundamental para a manutenção da função reprodutiva.

Há basicamente quatro formas de realizarmos uma histerectomia: abdominal (com incisão semelhante a da cesárea), laparoscópica, vaginal assistida por laparoscopia e vaginal. A histerectomia abdominal ainda é a via de acesso mais comum no mundo todo embora hoje, idealmente, ela deva ser reservada apenas a casos especiais. A via laparoscópica (por vídeo-cirurgia) tem sua indicação especialmente em casos de endometriose. A Biblioteca Cochrane revisou os trabalhos de 27 centros médicos envolvendo 3643 pacientes comparando as três vias de acesso para a histerectomia: abdominal, laparoscópica e vaginal. A histerectomia vaginal é aquela que exige menor tempo de internação, tem menos complicações, permite retorno mais rápido às atividades e tem menor custo. A escolha da via de acesso para esta cirurgia deverá ser aquela que trouxer maiores vantagens para a paciente.

Nosso grupo tem uma experiência de mais de 8 anos em Hospital de ensino (Pérola Byington) com o atendimento de pacientes que necessitam de histerectomia e onde elas são realizadas em caráter semi-ambulatorial. Assim a paciente é internada de manhã, faz os exames necessários, é submetida a histerectomia vaginal à tarde e já tem alta no dia seguinte. Muitas delas, no momento da alta, não acreditam que foram operadas!